terça-feira, 4 de junho de 2013

Escolhemos este caminho e juntos chegamos ao término de um momento de grande importância. A partir de agora, parte de nossa história vai ficando para trás, mas com certeza tempo nenhum apagará o que juntos passamos e vivemos!
Não tem como descrever esses anos que passamos juntos em palavras, é muito mais do que um simples abraço, ou até mesmo a cola na hora da prova, é o valor da amizade conquistada e o valor de todos em nossas vidas...
Nossos caminhos se cruzaram diante de um ideal comum.
Partilhamos cada descoberta, desafio e conquista.
Dividimos medos, incertezas e inseguranças...
Mas somamos entusiasmo, força e alegria...
Cada brincadeira, gesto, lágrima, aquelas conversas jogadas fora nas aulas vagas, sonhos que tivemos, tantos risos, discussões e momentos compartilhados, enfim o companheirismo sempre demonstrado.
Mas agora cada um vai para o seu lado, vai seguir a sua vida, buscando sempre o melhor para si, e acima de tudo a felicidade.
 A saudade aperta todos os dias que me lembro das nossas manhãs no colégio... Danilo, Dinares, Felipe, Geisa, Larissa, Nataline, Neto, Rafle, Lany e Vinicius, vocês fazem muita falta, acreditem! Mas sempre levarei um pedacinho de cada um no meu coração.

E eu jamais poderia esquecer de todos os meus professores, não somente daqueles que estiveram comigo no Ensino Médio, mas de todos que contribuíram com o meu crescimento desde o Fundamental.


                 O ser humano e sua irracionalidade

                  O ser humano, no decorrer do milênio de sua história, tem provado possuir uma natureza profundamente destrutiva que persiste independentemente do desenvolvimento científico e cultural da humanidade.
                  Um fato histórico que ainda causa perplexidade e indignação foram os lançamentos das bombas atômicas em direção às cidades de Hiroshima e Nagasaki, um ato tão irracional que matou milhares de pessoa e deixou centenas de sobreviventes com sequelas. Mesmo que se esteja em meio à uma guerra, nada justifica a criação de algo tão destrutivo, a ponto de acabar com duas cidades, por interesses exclusivamente econômicos. Vale ressaltar também, o poder de destruição do homem com relação ao meio ambiente, a ganância de desenvolver, construir e enriquecer está ocasionando sérios problemas ao planeta Terra. O mais grave deles é o aquecimento global, resultado da crescente emissão de dióxido de carbono na atmosfera.
                  Assim, apesar da evolução científica, industrial e cultural das sociedades o ser humano continua, de forma gananciosa, com seu poder de auto-destruição, colocando em risco a vida de todo o planeta, simplesmente por pensar que o mais importante da vida é possuir status e alto poder aquisitivo, para fazer tudo o que quiser, sem jamais pensar nas consequências.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O impacto das novas tenologias

                 É muito difícil acompanhar o desenvolvimento promovido pelos avanços tecnológicos, pois chegou um momento da história em que a velocidade de novas descobertas vem nos atropelando sem dar tempo de adaptação.
                No século XIX, com a Revolução Industrial, a manufatura foi substituída pela maquinofatura. Neste período momento histórico surgiram as máquinas a vapor, co-relacionadas com o processo de divisão do trabalho. Já o início do século XX, conhecido como era da eletricidade, foi marcado pela Segunda Revolução Industrial, pautada na substituição das máquinas a vapor por braços mecânicos que, aos poucos, foram substituindo a mão-de-obra humana, ocasionando um enorme contingente de desempregados.
               Já o início do século XXI, caracterizado pela Revolução Tecnocientífica, foi marcado principalmente pela rapidez da internet; pelo surgimento de novos maquinários e de tecnologias que garantem o desenvolvimento sustentável, como os carros elétricos. O aperfeiçoamento das ciências aeroespaciais também é um exemplo do que pode ser considerado "era tecnológica."
               Em vista do que foi mencionado, nota-se que os avanços tecnológicos estão sendo impulsionados pela sede de transformação do ser humano, que em uma velocidade inimaginável produz inúmeros inventos que, de certa forma, auxiliam na melhoria da qualidade de vida da população.


Primeira Revolução Industrial (Filme Tempos Modernos)


Segunda Revolução Industrial


Carro elétrico

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Legalização do aborto: eis a questão

            No Brasil um dos principais temas que divergem opiniões é a legalização do aborto, que nas últimas eleições presidenciais foi motivo de conflitos e acusações entre os candidatos.
            Essa é uma polêmica que esbarra na questão religiosa. Diversas igrejas condenam a retirada de um feto, mesmo que este fato implique no comprometimento da vida ou na morte da mulher. Persuadidos pela igreja ou até mesmo pelos meios de comunicação, várias pessoas se dizem contra esse ato, por se tratar da interrupção de uma vida em curso.
           Enquanto isso, os defensores da legalização argumentam que as mulheres que possuem baixo poder aquisitivo e se deparam com uma gravidez indesejada, devem ser assistidas pelo Sistema Único de Saúde, SUS, pois muitas acabam realizando o aborto em clínicas clandestinas, correndo risco de vida.
           Em vista do que foi mencionado, nota-se que, essa questão poderia ser resolvida com base em um consenso entre o poder público e as igrejas, esta última, muitas vezes possui argumentos antagônicos e sem fundamento algum,, comprometendo o avanço da saúde e aumentando os índices de mortalidade no país.

sábado, 25 de agosto de 2012

 Convivência sadia

              O diálogo sincero e fraterno entre os indivíduos é indispensável para a compreensão e resolução das situações problemas. Quando ausente ou pouco frequente, é impossível estabelecer relações de convivência sadias.
              É evidente que a falta de estrutura familiar dificulta a construção de valores éticos e morais, porque as pessoas são influenciadas pelo meio em que estão inseridas. Isso permite afirmar que o homem é o produto do meio.
              Em decorrência da falta de diálogo, nota-se cada vez mais, o aumento de brigas entre vizinhos e colegas de trabalho por motivos fúteis, eles prejudicam-se uns aos outros e se despeitam. Às vezes, até as nações entram em "guerra" por questões socioeconômicas que não são resolvidas pacificamente pelos envolvidos na situação, que não se abrem ao diálogo, ou não querem fazer concessões.
              Diante do que foi exposto, é notória a importância do diálogo para a convivência em família e em sociedade, já que condiciona aos seres humanos a construção de um mundo, onde a guerra não deve ser a alternativa para a resolução de problemas.

Uma das consequências do diálogo: a guerra

A importância do diálogo


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Síntese analítica do livro Urupês

            A obra Urupês, escrita por Monteiro Lobato, é basicamente uma série de quatorze contos, que nasceu da revolta do autor contra os sertanejos brasileiros, que segundo ele, eram responsáveis pelo constante incêndio nos campos, prejudiciais a um grande proprietário de terra como ele. Esse contos procuram dá ênfase a vida cotidiana do caboclo, através de seus costumes, crenças e tradições. As histórias que neles estão presentes se passam com frequência na região rural de São Paulo, em Itaoca e geralmente possuem um fim dramático.
           O primeiro conto dessa obra é intitulado "Os faroleiros" e retrata a história de um faroleiro, o Senhor Gerebita que conta sua história ao companheiro, Eduardo, que aos 23 anos começou a trabalhar no farol e se apaixonou por uma bela morena, Maria Rita, que depois fugiu com outro homem, Cabrea. Tempos depois Gerebita e Cabrea se reencontraram em uma madrugada, em meio a socos e empurrões, Gerebita mata o companheiro alegando legítima defesa. Porém o motivo real deste assassinato foi o caso que Cabrea tivera com Maria Rita.
           O segundo conto é intitulado "O engraçado arrependido". Retrata a história de Francisco Teixeira de Souza Pontes, conhecido popularmente como Pontes. Este homem até os 32 anos viveu às custas de sua veia cômica. Neste período começou a pensar seriamente  em um rumo para tomar em sua vida e, assim, desistiu de contar anedotas e resolveu pedir emprego aos amigos que possuíam comércio, mas a resposta que ouviu eram inúmeras gargalhadas, pois todos acreditavam ser a última piada dele. Por fim, resolveu ocupar o lugar do major Bentes, que estava muito doente. Passou meses imaginando formas de conquistar a confiança do major para o golpe fatal. Foi com uma boa anedota que Pontes viu o major dá sua última gargalhada, já que não podia fazer tamanho esforço. Com a morte do major Bentes, Pontes não ocupou o cargo, mas dias depois foi encontrado enforcado com uma ceroula e até na hora de sua morte, foi vítima dos risos que provocara durante toda a vida.
         O terceiro conto intitulado "A colcha de retalhos" conta a história de um homem do campo, que morava com a esposa, a filha e a sogra, numa casa simples, rodeada de plantas. Dona Joaquina, sogra de Zé, confeccionava uma colcha de retalhos, oriundos de cada vestidinho de sua neta Maria das Dores, apelidada carinhosamente de Pingo d'água. Essa colcha seria o presente de casamento de sua avó, mas todos os sonhos foram por água abaixo. A esposa de Zé, muito doente chegou a falecer, e Pingo d'água, moça tímida e acanhada, fugiu com um rapaz da região. Desolada, sua avó desejava apenas a morte, nos momentos em que olhava para a colcha inacabada. Tempos depois Dona Joaquina também faleceu, acredita-se que a principal causa de sua morte tenha sido a tamanha infelicidade que deixava transparecer com a decisão da neta.   
          O quarto conto intitulado "A vingança da peroba" discorre sobre a história de uma suposta vingança de uma peroba, que foi derrubada por Nunes, um cachaceiro que maltratava a mulher e suas filhas e ensinava ao único filho que um homem deveria se portar de forma rude e autoritária. A peroba foi derrubada para a construção do monjolo, como forma de vingança, porém Nunes não obteve sucesso na sua empreitada. Desolado com o que ocorrera, Nunes convidou Pernambi para beber. Embriagado o menino saiu estonteante e for encontrado morto debaixo dos escombros do que restara do monjolo, feito da peroba.
          O quinto conto intitulado "Um suplício moderno" conta a história de Izé Biriba que recebeu o cargo de estafeta para ajudar o coronel Fidêncio a ganhar a eleição em Itaoca. Assim Biriba era obrigado a percorrer sete léguas todos os dias, montado em um animal. Devido o tamanho esforço, sua saúde foi sendo perdida aos poucos e resolveu pedir demissão do cargo. Tendo sido negada a demissão, Biriba resolveu se vingar, já que as eleições se aproximavam. Foi entregue a ele um 'papel' que garantiria a eleição do coronel, mas Izé Biriba se desfez da missão, fazendo com que o coronel Fidêncio perdesse a eleição. Dentro deste contexto, o autor faz uma forte crítica à política, que consegue disseminar um homem aos poucos. Apesar do avanço da democracia, o autor compara a crueldade dos tempos modernos ao período da inquisição, quando diz: "[...] A humanidade é sempre a mesma cruel chacinadora de si própria, numerem-se os séculos anterior ou posteriormente ao Cristo [...]"
               O sexto conto intitulado "Meu conto de Maupassant" discorre sobre a história da morte cruel de uma velha. No início das investigações, o primeiro suspeito é um italiano, solto pouco tempo depois, por falta de provas. Porém tempos depois este italiano é preso em São Paulo, sendo conduzido de trem até o vilarejo onde acontecera o crime. Na viagem para o vilarejo o italiano se joga da janela do trem, próximo ao local onde a velha foi morta, porém seu esforço foi inútil, pois pouco tempo depois o filho da velha confessara o crime. Neste pequeno conto, o autor afirma que a vida é dividida em dois momentos, amor e morte. E é justamente neste momento que o ser humano não consegue usar nenhuma máscara, a ponto de esconder seus sentimentos.
            O sétimo conto intitulado "Pollice verso" retrata a história de Inacinho, filho do coronel Inácio da Gama. Inacinho cresceu influenciado pelo pai a cursar Medicina, porém com o tempo passou a ver a profissão como um degrau para o enriquecimento e ao invés de estudar, apenas usufruía do dinheiro que seu pai dispunha para os custos com os estudos e com isso conseguiu enganar seu pai a vida inteira, já que desde criança Inacinho possuía uma espécie de dupla personalidade, que variava de acordo com as pessoas com as quais conversava.
           No oitavo conto intitulado "Bucólica", o autor descreve uma paisagem bucólica e pastoril, enquanto discorre sobre a história de uma menina que morreu de sede, gemendo de dor, próximo de um pote d'água por não ter sido atendida de madrugada por sua mãe.
               O nono conto intitulado "O mata-pau" retrata a história de dois homens que conversam sobre uma planta da mata, que cresce e ao enraizar-se, tomando o espaço das demais árvores, acaba matando-as. Em meio a esta história surge o trágico caso do casal Elesbão e Rosinha, que resolvem adotar uma criança. O menino, já crescido, tem um envolvimento com sua mãe e acaba matando o pai. Vendo os negócios que o pai possuía praticamente arruinados, o menino resolve vendê-los e sua mãe-esposa, que entristecida, acaba sendo internada em um hospital, enlouquecida.
             O décimo conto intitulado "Bocatorta"  conta a história de um negro feio e esquisito que morava nos arredores da fazenda do major Lucas, o Bacatorta. O major tinha uma filha, Cristina, que era noiva do primo Eduardo. Cristina adoeceu repentinamente e em dez dias o médico a desenganou e ela faleceu. Tristonho com a morte da noiva, Eduardo resolveu ir ao cemitério de noite e da grade, percebeu vultos e latidos. Voltou desesperado para a fazenda, gritou o major, que armado correu com Vargas, o capataz, para o cemitério, onde encontram Bocatorta seminu e debruçado sobre o corpo desenterrado de Cristina. Neste momento o negro foge e, após muita perseguição mata adentro, é morto, após ter dado o único beijo da sua vida.
        O décimo primeiro conto intitulado "O comprador de fazendas" narra a história de Espigão, homem que possuía uma grande fazenda, mas encontrava-se endividado, pois a fazenda não mais dava lucro. Com isso pôs a fazenda a venda, surgindo vários interessados, porém um deles se destacou, Trancoso Carvalhais, um homem rico e bem apessoado, que passou uma semana na casa de Espigão e além de demonstrar interesse  pela fazenda, também se interessou por Zilda, filha do fazendeiro. Uma semana após sua chegada, Trancoso partiu prometendo voltar com a resposta e pouco mais de um mês depois, sem obter resposta alguma, Espigão descobriu que Trancoso era um espertalhão que encontrava inúmeros pretextos para sobreviver às custas do suor alheio.
            O décimo segundo conto intitulado "O estigma" discorre sobre a história de um homem, Bruno, que em uma noite chuvosa perdera-se e coincidentemente foi parar na casa de um amigo, dos tempos de colégio. Chegando lá, foi bem recepcionado, apesar de ficar intrigado com o aspecto mal da esposa de Faustão e admirado com a beleza encantadora de sua sobrinha, Laura. Após ter comido, bebido e descansado muito, Bruno resolveu seguir viagem e nunca mais apareceu nas redondezas. Muito tempo depois Bruno reencontrou-se com seu amigo Faustão, e logo perguntou por Laura, quando soube que ela estava morta. No início cogitou-se a hipótese de que tinha sido um suicídio, já que o corpo fora encontrado em meio às arvores com o revólver de Faustão na mão. Após o nascimento do filho de Ana, esposa de Faustão, foi descoberto que na verdade, Laura foi morta por Ana e o único a testemunhar o crime foi o bebê que ainda estava em seu ventre. Nasceu com uma marca semelhante a de um tiro com traços de sangue, igual a marca que havia co corpo de Laura após sua morte. A provável causa do assassinato foi o ciúme que Ana passou a ter de Laura, a partir do momento em que percebeu o interesse exagerado do marido pela sobrinha.
          O décimo terceiro conto intitulado "Velha Praga" foi o primeiro conto escrito por Monteiro Lobato, extraído da sua indignação com os caboclos da região, que ateavam fogo nas terras, para, posteriormente, após as chuvas fazerem o plantio. Porém faz-se uma ressalva, o fogo empobreceria o solo, destruiria as aves silvestres e a mata nativa. O que o autor deixa transparecer é o preconceito para com os caboclos, denominando-os de "funesto parasita da terra". Toda essa indignação não estava relacionada com a preservação do meio ambiente, mas com a diminuição das terras férteis e produtíveis, fato que interessava os grandes fazendeiros, assim como ele.
           Por fim, o décimo quarto conto intitulado "Urupês" faz florescer ainda mais o preconceito do autor para com os caboclos. Neste conto, o autor descreve uma de suas mais famosas personagens, Jeca Tatu, caracterizando-o como um caboclo preguiçoso e indiferente ao desenvolvimento do país, que possuía uma casa medíocre de pau-a-pique e trabalhava apenas para obter o seu sustento. Dentro deste contexto, o autor afirma que Jeca Tatu é "o sacerdote da Grande Lei do Menor Esforço", deixando explícita a principal caracterização da personagem.
                Vale ressaltar que, tendo sido Urupês lançado pela primeira vez em 1918, sendo uma edição ilustrada pelo próprio Monteiro Lobato, os contos Velha Praga e Urupês foram inseridos nesta obra, apenas na sua segunda edição.
              Sendo assim, nesta grande série de contos, está presente a inovação da linguagem, sendo utilizada uma linguagem típica do interior de São Paulo; a exposição e caracterização do caboclo, mesmo que de forma equivocada e a descrição de um país, cheio de contrastes e desigualdades, pautado pela influência política e econômica.


Monteiro Lobato


Primeira edição do livro Urupês, ilustrada pelo próprio Monteiro Lobato

Jeca Tatu




                

sábado, 31 de março de 2012

Afinal, o que querem as mulheres?

Muito mais do que amor e respeito
Carinho e atenção
As mulheres querem independência,
Direitos iguais, paz e união...

Não aceitam rótulos,
tampouco discriminação
Se a mulher está galgando novos ares
É porque tem competência e aptidão.

Lutas históricas
Reverteram tamanha submissão
Fazendo todos entenderem
Que mulheres não foram feitas
apenas para ficar no fogão...


Artigo homem e mulher

Ranking da desigualdade entre homens e mulheres

Dilma Rousseff, primeira mulher presidente do Brasil. Exemplo de luta por direitos
iguais e superação...